6x01 - Long Night's Journey Into DayEsse retorno de
The L Word nao foi grande coisa, não! Fora o começo impactante (mas nem tanto) com a chegada da eterna Shena para investigar a misteriosa morte de Jenny, o resto foi pura enrolação. Após esse pequeno prólogo, a trama retrocedeu três meses, parando no fim da temporada anterior, na festa de encerramento das filmagens da adaptação do livro de Jenny. A partir daí, o negócio ficou meio cansativo.
Tasha e Alice ficaram o episódio inteiro discutindo a relação, pra acabarem se entendendo no final. Aliás, pra mim, essa Tasha já deu o que tinha que dar. Não acho que ela combine com Alice. No meio desse rolo todo, Papi reapareceu. Pra que, eu não sei, já que a personagem não fez falta nenhuma na temporada passada.
Jenny rompe a amizade com Shane após pegar a melhor amiga com Niki. A cabeleireira ainda tentou se desculpar, mas não adiantou. Isso também consumiu grande parte do episódio. Jenny acabou chamando Niki de volta e passando a noite com ela, mas apenas para humilhá-la. Ficou claro que Jenny sente algo por Shane, fato que só reparei no último episódio da 5º temporada. Aliás, acho que só ali ficou claro.
Betty e Tina tiveram um breve desentendimento, relacionado ao rolo de Shane com Jenny, além de estarem às voltas com Angélica adoentada. Ao se entenderem, Betty vez juras de amor à Tina e prometeu nunca mais traí-la, algo que aconteceu lá na 1º temporada. Se for assim, Tina também devia desculpas, já que foi antipática na 2º e 3º temporada, primeiro ficando com Helena e desprezando Betty, e depois a trocando por um homem. Outra coisa que também não entendo é que tenho visto agora em fóruns e Orkut que muita gente passou a amar Jenny, personagem antes odiada, e com razão, já que foi muito dissimulada com as amigas, principalmente na 4º e na 5º temporada. Mas como dizem, “depois que morre, todo mundo vira santo”. Espero que as coisas melhores por aqui, já que agora faltam apenas 7 episódios para que a história chegue ao fim.
3x12 - Sibling RivalryEpisódio bem morno, mas que não tira o mérito da série. Sarah precisa de dinheiro para continuar com seu projeto, e Nora pede para Kitty ajudar a irmã. A jornalista tenta, porém Sarah inicialmente recusa. Quando ela pensa melhor, agora é Kitty que não quer emprestar e fala para a irmã que, se ela acredita na empresa, tem que correr riscos. É o que Sarah faz, hipotecando sua casa.
Kitty faz um lançamento com leitura de seu livro, mas só Nora comparece. Robert tem uma reunião importante, que definirá seu futuro e uma possível candidatura ao governo. Kevin conta da reunião para a irmã e ela mata a charada, o que deixa Robert furioso com o cunhado.
Tommy tem uma idéia para tirar Holly na empresa, pede a ajuda de Saul, mas ele se recusa. Tommy inicia seu plano sozinho e faz com que parece que a idéia veio de Rebeca. Roger faz uma maquete para o projeto de Nora, ela inicialmente não gosta e destrói o trabalho, mas depois ele faz adaptações e ela acaba cedendo. Foi basicamente isso. Sem grandes momentos. O destaque mesmo foi a relação de Kitty e Sarah, sempre gostosa de assistir.
3x13 - It's Not Easy Being GreenEsse sim foi um bom episódio de Brothers and Sisters, com direito a festa, e as confusões familiares típicas da série. E com Rachel Griffiths e Sally Field se destacando mais uma vez, o que não é novidade nenhuma. A festa em questão foi para tentar conseguir investidores para o site em que Sarah vem trabalhando.
Os sócios dela tentaram botar as asinhas de fora e conseguir um envolvimento amoroso, mas deram com os burros n’água. Ethan se declarou para Sarah, mas ela o dispensou amigavelmente, e Kyle teve a cara de pau de dar em cima de Rebeca, se bem que ela e Justin andam bem chatinhos e precisando de um tempero. E esse molho a mais pode ser Chelsea, afilhada que o ex-dependente arrumou no grupo de apoio.
Além de organizar a festa, Sarah teve que administrar os atritos com Paige, quase uma pré-adolescente. A relação da empresária com os filhos precisa ser explorada mais vezes.
Nora esteve ótima, ficou bem soltinha na festa e acabou bebendo demais e dormindo na frente de Roger. Isso sem falar da cena do beijo entre os dois, simples e bonita. Assim como a série.
1x14 - By AccidentRyan voltou, e se fosse pra retornar atacado desse jeito, era melhor ter ficado em casa. Aliás, eu nem lembrava mais dele. Uma das atitudes do professor foi tirar Silver de sua aula, já que ela vez comentários inapropriados em seu blog. A aluna fez de tudo para reconquistar a admiração do professor e voltar para a sala. Kelly nem esperou Ryan atravessar o corredor e já queria marcar uma saída. Levou um fora.
A saga de Adrianna continua. Agora a garota se comporta como se não estivesse grávida, marcando diversos compromissos e com alimentação desregrada. Naomi leva Kelly para conversar com a maluca e, depois de quase sofrer um acidente, ela acaba se conscientizando. Adrianna ainda conquista o papel de Cleópatra, que Annie um dia sonhou em interpretar, coitada!
Outro que voltou foi Ty, e para nossa surpresa descobrimos que ele é o pai do filho de Adrianna. Esse Ty é outro sem sal que não merecia um retorno, mas em
90210 as coisas são assim mesmo: o que é bom acaba rápido, e as coisas ruins são eternas.
Dixon termina com Silver, e eu arrisco dizer que ela teve sorte. Ele quer atenção o tempo todo. Está certo que ela às vezes é avoada demais, mas aquela história dele querer escutar um “eu te amo” foi chata. Cada um tem seu tempo. No final, falando ao telefone com Annie (que estava de birra porque não ganhou o papel de Cleópatra), Ethan sofre um acidente. Como a verba deve estar curta, o acidente se resumiu à sonoplastia, poupando alguns mil dólares, assim como no acidente de Bass, em Gossip Girl, também da CW.
2x16 You´ve Got YaleSinal Amarelo. Acho que ando meio cansado de certas histórias de
Gossip Girl. Essa história de briguinha e vingança na escola já anda me cansando. Pelo menos parece que agora Chuck vai dar uma acalmada, porque sua fase de rebeldia já deu flor.
A saga pela entrada em Yale continua. Serena é aprovada, mas Blair não. Com medo da reação da amiga, a loira acaba mentindo e diz que também está na lista de espera. Serena acaba desistindo pela amiga, que aceita na maior cara de pau. Ninguém mandou Serena ser boba, mas Blair às vezes passa do limite, como nessa história de se vingar de Rachel, a nova professora.
Jack é desmascarado e ainda tenta agarrar Lily no banheiro da ópera, mas ela é salva por Chuck, que, aliás, algumas cenas antes disso havia ficado chateado porque a madrasta ia sair publicamente com Rufus apenas um mês após a morte de seu pai. Convenhamos que ele tem razão. Lily não é mais nenhuma menininha e pode se conter. Só que além de sair, ela ainda ficou de beijo em plena escadaria do teatro. Era só o que faltava!
Dan e Serena eu nem vou comentar... Serena devia dar um basta definitivo no garoto e ir viver sua vida de rainha em Uper West Side.
5x13 - Stairway to HeavenFechando os casos que movimentam o hospital há 3 semanas,
Grey’s Anatomy conseguiu ter um episódio tão bom quanto o anterior. A polêmica toda girou em torno do condenado, que tentou se matar, com a conivência de Meredith, mas acabou salvo a tempo. Toda a questão de deixá-lo morrer ou não para poder usar seus órgãos em Jackson envolveu também Miranda e Derek, com o desequilíbrio emocional típico dos médicos da série.
Outro ponto alto foi, finalmente, ter ficado claro que Izie está mesmo doente, e agora ela sabe disso. Até que enfim terá inicio o seu drama real. Denny por enquanto parece ter ido embora, mas é claro que deve voltar.
O momento “comédia” ficou por conta de Lexie e Marc, que acabou com uma fratura peniana. Eu, como fã de Sara Ramirez, não posso deixar de comentar a cara de Callie ao saber da história. Já o romance de Cristina com esse novo médico não consegue mesmo me empolgar.
Espero que
Grey’s mantenha o nível desses últimos dois episódios, salvando a quinta temporada.
The United States Of Tara1x01 – PilotNa verdade, eu não tenho muitos comentários a fazer sobre essa série. Ainda estou processando e tentando entender esse lançamento, além de aguardar o próximo episódio, para não ser injusto.
Vamos falar do indiscutível: a atuação de Toni Collette, irrepreensível e digna de prêmios. Os coadjuvantes também estão bem, com destaque para o garoto que faz o filho dela.
O problema é que algo incomoda nessa história. A trama não é um drama, mas comédia aquilo ali pra mim não foi, o único momento em que cheguei a esboçar algo perto de um sorriso foi quando ela, com a personalidade de Buck, foi bater no namoradinho de sua filha na apresentação de balé. Do resto, não achei graça. Em certos momentos, achei até triste. Por trás daquelas personalidades com pretensão de fazerem alguma graça, há uma Tara que sofre com a situação. Aí fica difícil achar engraçado.